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	<title>Arquivo de Apologética - luzeiro</title>
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	<title>Arquivo de Apologética - luzeiro</title>
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	<item>
		<title>Racismo é pecado! O papel da Igreja no combate ao preconceito racial</title>
		<link>https://somosluzeiro.com.br/racismo-e-a-igreja/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Igreja Luzeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2020 02:24:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Apologética]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com as notícias das mortes chocantes de George Floyd, Ahmaud Arbery, Breonna Taylor, Evaldo dos Santos Rosa e do jovem João Pedro, aqui no Brasil, um tema que nunca deveria perder a visibilidade veio à tona de forma arrebatadora: o racismo Com tanta violência e histórias recentes, uma onda de protestos contra o racismo e a violência se alastraram por todo o mundo, começando nos EUA e tomando força em vários países, como o Brasil. A violência e o racismo contra a população negra é assustadoramente comum em vários países.  E é triste pensar que precisou testemunharmos tantos casos para nos posicionarmos novamente a uma causa que possui o protagonismo negro, mas é de toda a sociedade. E uma pergunta que muitos de nós estamos fazendo é: qual o papel da Igreja e da nossa fé em meio a toda essa situação? O que a Igreja tem a oferecer ao mundo em meio a tempos tão sombrios? O que a Bíblia tem a nos ensinar sobre o Racismo? Neste post vamos conversar sobre essas questões e como podemos nos posicionar em meio à esse momento turbulento. Somos todos racistas O primeiro passo para entendermos o nosso papel neste momento, é entender que nós somos parte do problema. Eu sou branco, privilegiado e não posso compreender a dor sentida quando uma pessoa vê alguém da sua própria raça morrer por causa da sua cor. A maioria das pessoas que vai ler este texto, também.  Por isso, quero dizer que o primeiro passo, antes mesmo de subir a #blacklivesmatter, antes de dizermos que somos anti-racistas é dizer um sonoro pedido de desculpas. Assim como os policiais de Miami se ajoelharam reconhecendo o seu papel em toda essa barbárie, nós também deveríamos fazer o mesmo. Em vez de dizer “eu não sou racista” (você é), reconheça a sua falha e queira aprender como não ser.  Reconhecer é o primeiro passo para, de fato, participamos da mudança necessária. O teólogo e pastor John Piper diz: “Uma das maneiras pelas quais continuamos a deixar a desejar em diversos relacionamentos étnicos é usando maneiras sutis de justificar a nós mesmos para disfarçar o preconceito pecaminoso que se esconde em nosso coração. Que Deus possa expor cada preconceito pecaminoso que ainda resta em nosso coração.” Retirado do livro: O racismo, a cruz e o cristão. Como Piper, devemos reconhecer o preconceito pecaminoso em nossos corações. Racismo estrutural Acredito que todos concordamos que o racismo em nossa sociedade é estrutural. E isso significa que todos fazemos parte dele! Dizer que não somos é uma grande falácia.  Racismo estrutural significa dizer que a nossa sociedade é formatada de maneira que certas classes, gênero ou raças tenham uma posição vantajosa em relação a outras. Seja por meio de práticas culturais, institucionais, históricas ou interpessoais. Isso se manifesta em questões raciais, étnicas e de gênero. E basta olharmos para ao nosso redor.  A escravidão no Brasil terminou há menos de 150 anos! Acredito que muitos tenham avós que tem quase 100. E os efeitos ainda são facilmente observados. Quantos amigos negros você teve em sua escola particular? Ou em sua faculdade particular? Quantos frequentam a mesma igreja que você? Quantas vezes desconfiamos de uma pessoa por conta da sua cor de pele? Quantos, como eu, crescemos achando que se seu amigo negro — aquele único que você teve na escola particular — não ligasse, eu podia fazer piadas de negros. Estava tudo diantes dos nossos olhos, mas, era fácil justificar com aquele único exemplo que conhecemos em nossa vida. “Fulano é negro e chegou lá”. Não podemos tornar a exceção, o ponto fora da curva, como a regra. Por isso, insisto, se só estamos nos importando agora, que a situação chegou ao ponto que chegou, precisamos começar com um pedido de perdão. Espero que este texto seja o começo do meu. O racismo e a Igreja Talvez você possa pensar que na Igreja o cenário é diferente. Que nos enxergamos como filhos de Deus e, logo, nos tratamos com equidade. Isso, infelizmente, não é verdade. Quantas vezes nós já nos importamos com o fato que as igrejas que você e eu frequentamos possui menos de 5% de pessoas negras?  Quantos teólogos negros você conhece? Quantos acompanha? Novamente, a crítica é a mim também, que até pouco tempo conhecia e acompanhava praticamente só o Guilherme de Carvalho. O estudo teológico não é apenas compreender o que o texto bíblico quer dizer, mas saber aplicá-lo de acordo com a nossa necessidade. Com certeza já estudamos teologia para auxiliar na sexualidade dos jovens, para usar a religião no auxílio contra a ansiedade, para levar uma mensagem de esperança aos desesperados… Mas quantas vezes utilizamos o estudo Bíblico para questões raciais? Martin Luther King Jr. usava a sua teologia e sua fé para dizer que brancos e negros são iguais e deveriam ser tratados como tal. A teologia de Rosa Parks fez com que ela se recusasse a ceder o seu lugar no ônibus. William Wilberforce usou sua teologia para lutar contra a escravidão no século XVIII. A teologia de Dietrich Bonhoeffer o levou a confrontar Hitler e, principalmente, as igrejas que não se posicionavam contra o nazismo e os terrores dos campos de concentração. Os morávios, movimento de oração contínua, usaram sua teologia para se venderem como escravos e levarem a mensagem de liberdade a cativos que eram negociados por sua cor. O que a nossa teologia tem gerado? Vitórias em discussões sobre calvinismo e arminianismo? Ou nossa teologia tem gerado atitudes que lutam pela equidade e cuidado das pessoas? Não estudamos para aumentar nossas cabeças, mas para gerar ações. Esses homens viram o problema, e o seu conhecimento bíblico fez com que eles lutassem para resolvê-lo. Nós, temos ignorado o problema. Até que ele precisou gritar nas nossas caras. Por que o Racismo é pecado! Se a nossa teologia deve nos levar a lutar contra o racismo, é hora de entendermos porque ele é uma ofensa a Deus e a nossos irmãos.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Com as notícias das mortes chocantes de George Floyd, Ahmaud Arbery, Breonna Taylor, Evaldo dos Santos Rosa e do jovem João Pedro, aqui no Brasil, um tema que nunca deveria perder a visibilidade veio à tona de forma arrebatadora: o racismo</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com tanta violência e histórias recentes, uma onda de protestos contra o racismo e a violência se alastraram por todo o mundo, começando nos EUA e tomando força em vários países, como o Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A violência e o racismo contra a população negra é assustadoramente comum em vários países. </p>



<p class="wp-block-paragraph">E é triste pensar que precisou testemunharmos tantos casos para nos posicionarmos novamente a uma causa que possui o protagonismo negro, mas é de toda a sociedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E uma pergunta que muitos de nós estamos fazendo é: qual o papel da Igreja e da nossa fé em meio a toda essa situação?</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que a Igreja tem a oferecer ao mundo em meio a tempos tão sombrios? O que <a href="https://crerepensar.com.br/tudo-sobre-a-biblia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">a Bíblia</a> tem a nos ensinar sobre o Racismo?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste post vamos conversar sobre essas questões e como podemos nos posicionar em meio à esse momento turbulento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Somos todos racistas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro passo para entendermos o nosso papel neste momento, é entender que nós somos parte do problema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eu sou branco, privilegiado e não posso compreender a dor sentida quando uma pessoa vê alguém da sua própria raça morrer por causa da sua cor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A maioria das pessoas que vai ler este texto, também. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, quero dizer que o primeiro passo, antes mesmo de subir a #blacklivesmatter, antes de dizermos que somos anti-racistas é dizer um <strong>sonoro pedido de desculpas</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim como os policiais de Miami se ajoelharam reconhecendo o seu papel em toda essa barbárie, nós também deveríamos fazer o mesmo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em vez de dizer “eu não sou racista” (você é), reconheça a sua falha e queira aprender como não ser. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Reconhecer é o primeiro passo para, de fato, participamos da mudança necessária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O teólogo e pastor John Piper diz:</p>



<p class="wp-block-paragraph">“<em>Uma das maneiras pelas quais continuamos a deixar a desejar em diversos relacionamentos étnicos é usando maneiras sutis de justificar a nós mesmos para disfarçar </em><strong><em>o preconceito pecaminoso que se esconde em nosso coração. </em></strong><em>Que Deus possa expor cada preconceito pecaminoso que ainda resta em nosso coração.</em>”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Retirado do livro: <a href="https://vidanova.com.br/617-racismo-cruz-cristao.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O racismo, a cruz e o cristão</a>.</p>



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<p class="wp-block-paragraph">Como Piper, devemos reconhecer o preconceito pecaminoso em nossos corações.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Racismo estrutural</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Acredito que todos concordamos que o racismo em nossa sociedade é estrutural. E isso significa que todos fazemos parte dele!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dizer que não somos é uma grande falácia. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Racismo estrutural significa dizer que a nossa <strong>sociedade é formatada de maneira que certas classes, gênero ou raças tenham uma posição vantajosa em relação a outras</strong>. Seja por meio de práticas culturais, institucionais, históricas ou interpessoais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso se manifesta em questões raciais, étnicas e de gênero.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E basta olharmos para ao nosso redor. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A escravidão no Brasil terminou há menos de 150 anos! Acredito que muitos tenham avós que tem quase 100. E os efeitos ainda são facilmente observados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quantos amigos negros você teve em sua escola particular? Ou em sua faculdade particular? Quantos frequentam a mesma igreja que você?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quantas vezes desconfiamos de uma pessoa por conta da sua cor de pele?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quantos, como eu, crescemos achando que se seu amigo negro — aquele único que você teve na escola particular — não ligasse, eu podia fazer piadas de negros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estava tudo diantes dos nossos olhos, mas, era fácil justificar com aquele único exemplo que conhecemos em nossa vida. “Fulano é negro e chegou lá”. Não podemos tornar a exceção, o ponto fora da curva, como a regra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, insisto, se só estamos nos importando agora, que a situação chegou ao ponto que chegou, precisamos começar com um pedido de perdão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Espero que este texto seja o começo do meu.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O racismo e a Igreja</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez você possa pensar que na Igreja o cenário é diferente. Que nos enxergamos como filhos de Deus e, logo, nos tratamos com equidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso, infelizmente, não é verdade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quantas vezes nós já nos importamos com o fato que as igrejas que você e eu frequentamos possui menos de 5% de pessoas negras? </p>



<p class="wp-block-paragraph">Quantos teólogos negros você conhece? Quantos acompanha?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Novamente, a crítica é a mim também, que até pouco tempo conhecia e acompanhava praticamente só o <a href="https://twitter.com/gcarvalholeal" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Guilherme de Carvalho</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo teológico não é apenas compreender o que o texto bíblico quer dizer, mas saber aplicá-lo de acordo com a nossa necessidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com certeza já estudamos teologia para auxiliar na sexualidade dos jovens, para usar a religião no auxílio contra a ansiedade, para levar uma mensagem de esperança aos desesperados…</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas <strong>quantas vezes utilizamos o estudo Bíblico para questões raciais</strong>?</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Martin Luther King Jr.</strong> usava a sua teologia e sua <a href="https://crerepensar.com.br/o-que-e-fe/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">fé</a> para dizer que brancos e negros são iguais e deveriam ser tratados como tal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A teologia de<strong> Rosa Parks </strong>fez com que ela se <a href="https://ambotv.com/blog/social-justice/the-faith-of-rosa-parks-4-ways-her-faith-shaped-her-legacy/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">recusasse a ceder o seu lugar no ônibus</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>William Wilberforce</strong> usou sua teologia para lutar contra a escravidão no século XVIII.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A teologia de <strong>Dietrich Bonhoeffer</strong> o levou a confrontar Hitler e, principalmente, as igrejas que não se posicionavam contra o nazismo e os terrores dos campos de concentração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os <strong>morávios</strong>, movimento de oração contínua, usaram sua teologia para se venderem como escravos e levarem a mensagem de liberdade a cativos que eram negociados por sua cor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que a nossa teologia tem gerado? Vitórias em discussões sobre calvinismo e arminianismo?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ou nossa teologia tem gerado atitudes que lutam pela equidade e cuidado das pessoas? Não estudamos para aumentar nossas cabeças, mas para gerar ações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses homens viram o problema, e o seu conhecimento bíblico fez com que eles lutassem para resolvê-lo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nós, temos ignorado o problema. Até que ele precisou gritar nas nossas caras.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que o Racismo é pecado!</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Se a nossa teologia deve nos levar a lutar contra o racismo, é hora de entendermos porque ele é uma ofensa a Deus e a nossos irmãos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como a Bíblia nos ensina que não devemos apenas abominar, mas também combater esse pecado.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Deus criou todos os homens iguais e à sua imagem</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro motivo pelo qual ele deve ser combatido, é o fato de que Deus criou todos os homens iguais!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando olhamos para o relato da criação, em Gênesis, vemos que Deus criou homem e mulher à sua imagem. Deus não criou o homem branco à sua imagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Deus criou a Adão (que representa a humanidade), todos os homens e mulheres à sua imagem semelhança (Gn 1:27).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O pecado que habita em nós nos levou a considerar-nos uns superiores aos outros. E esse sentimento de superioridade se aflorou, especialmente, de forma racial (dentre outras, como gênero).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Todos os homens — independentemente de sua raça, tribo ou cor — carregam os atributos divinos e são um reflexo de quem Deus é (ainda que afetados pelo pecado).</p>



<p class="wp-block-paragraph">É absurdo que não cuidemos da criação divina, e principalmente que sejamos injustos com aqueles que foram feitos à sua imagem e semelhança.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Porque Deus não faz acepção de pessoas</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Quando Deus chama a nação de Israel (para cumprir sua promessa a Abraão), os hebreus não passavam de escravos nas mãos dominantes de Faraó.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi por meio de uma nação de escravos que Deus decidiu “abençoar todas as nações da Terra” (Gn 22:18).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Deus, durante o Antigo Testamento, se apresenta de uma forma distinta aos deuses de outras nações. Elas se gabavam de deuses poderosos e assustadores, mas o Deus dos hebreus se apresentava de forma diferente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Yahweh se apresenta como “o Deus que não faz acepção de pessoas… que faz justiça ao órfão e à viúva e ama o estrangeiro” (Dt 10:12).</p>



<p class="wp-block-paragraph">É da natureza de Deus se importar com a causa daqueles que são injustiçados, muitas vezes oprimidos e fazer justiça por aqueles que são fracos e pobres. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Como podemos, nós, testemunhar tamanha injustiça e não nos importar?</p>



<h3 class="wp-block-heading">Devemos amar uns aos outros</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Desde a Lei de Moisés, Deus nos ensina a “amar ao próximo como a si mesmo” (Lv 19:18). </p>



<p class="wp-block-paragraph">Jesus diz que esse mandamento resume a Lei quanto às relações interpessoais (Mt 22:39-40).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Paulo diz que era devedor de “gregos como a bárbaros, de sábios como a ignorantes” (Rm 1:14).</p>



<p class="wp-block-paragraph">E a Palavra de Deus nos revela que Yahweh fez para si uma família formada de “todas as nações, tribos, povos e línguas” (Ap 7:9).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Precisamos entender que somos devedores de todos, especialmente daqueles que são injustiçados pela sociedade (infelizmente com nossa contribuição).</p>



<h3 class="wp-block-heading">O preço de uma vida</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Qual o preço de uma vida? Quanto vale uma pessoa?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas vezes consideramos vidas com um valor muito maior que outras.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/11/tiroteios-e-explosoes-sao-registrados-em-paris-diz-imprensa.html">Fizemos campanhas contra atentados em Paris</a>, mas <a href="http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2015/04/terroristas-islamicos-matam-147-pessoas-em-universidade-no-quenia.html">não nos importamos contra os atentados, em data próxima, no Quênia</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Testemunhamos na história da humanidade como vidas foram vendidas. Como nossos irmãos negros foram precificados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mas a Bíblia nos revela o preço de cada homem</strong>. E todos eles têm o mesmo valor. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Todo homem está debaixo do pecado e necessita ser liberto dessa escravidão. Esse mesmo pecado que nos torna racistas e que habita todos nós (Rm 3:23).</p>



<p class="wp-block-paragraph">E o preço do resgate de negros, brancos, índios é o mesmo: O Sangue de Cristo na Cruz do Calvário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“<em>Dessarte, não pode haver judeu nem grego; nem escravo nem liberto; nem homem nem mulher; porque todos vós sois um em </em><a href="https://crerepensar.com.br/quem-foi-jesus/"><em>Cristo Jesus</em></a>.” (Gl 3:28)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando nos calamos, quando não nos importamos com essa causa, estamos declarando ou que a vida dessas pessoas não tem valor ou não nos importamos com o sangue derramado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Que o Senhor tenha misericórdia de nós! </p>



<h2 class="wp-block-heading">Como podemos combater esse pecado?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Como Igreja, como podemos então combater esse pecado? </p>



<p class="wp-block-paragraph">Como podemos influenciar a sociedade e dar voz e lugar àqueles que muitas vezes não são ouvidos? Como podemos aplicar, de fato, a Palavra de Deus de forma a vencer essa realidade terrível?</p>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro passo, falei no ínicio, reconhecer o nosso racismo e o nosso pecado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, temos outras atitudes práticas para realizar.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Confrontando e não se conformando com o racismo do dia a dia</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Sabe quando você fala ou ouve a frase “a coisa tá preta” ou que a imagem foi “denegrida” e alguém te corrige dizendo que é racismo e você fala “nada a ver”?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Comece pelo básico! Entenda que a dor não é sua, logo você não deve interpretar se tem ou não. Esse é só um exemplo sutil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Toda piada, expressão racista, comportamento preconceituoso no seu trabalho, escola ou igreja, combata! Não tolere. E reconheça a suas pequenas falhas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez você tropece e diga coisas que foi programado ao longo da vida a dizer, como “cabelo ruim”, entre outras coisas. Se acontecer, reconheça e confronte aqueles que errarem também.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Entenda a história</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Você já parou para pensar que a abolição da escravidão no Brasil tem menos de 150 anos? Que possivelmente o seu tataravô teve escravos?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Percebe o quão perto isso está de nós? Os efeitos são nítidos nos dias de hoje! E seríamos cegos de não querer enxergar isso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entenda a luta de Martin Luther King Jr. Entenda o quão recente tudo isso é e porque essas vozes precisam voltar a ser ouvidas.</p>



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<div class="wp-block-embed__wrapper">https://www.youtube.com/watch?v=smEqnnklfYs</div>
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<p class="wp-block-paragraph">Será que esse discurso ainda não é tão atual?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estude a história do racismo e escravidão nos EUA, no Brasil, o Apartheid na África do Sul, país onde até hoje, a segregação racial é fortíssima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E principalmente, conheça a história e os reflexos de toda essa situação no nosso país!</p>



<p class="wp-block-paragraph">É essencial entendermos o que essas pessoas passaram e viveram e a dor e sofrimento que carregam e vivem até hoje. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez, assim, entendamos a necessidade do nosso posicionamento e sede por mudança.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Entenda que você não é protagonista</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Outro grande problema é achar e querer mostrar nossa voz e achar que seremos pioneiros ou que estamos fazendo coisas demais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A causa é nossa também, mas porque ela é culpa nossa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não é hora de queremos ser protagonistas, mas de dar voz a quem realmente pode mudar a situação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E cuidado com o auto-elogio ou sentimento de “ajudei tal lugar” ou “dei comida àquele necessitado”. <strong>Não queira um troféu por fazer sua obrigação</strong> (me incluo nisso).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O nosso maior papel é ajudar com que o nome de Floyd, João Pedro, <a href="https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2019/04/08/delegado-diz-que-tudo-indica-que-exercito-fuzilou-carro-de-familia-por-engano-no-rio.ghtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Evaldo dos Santos Rosa</a> e as tantas outras que gritam, sejam ouvidas. É não permitir que esse momento dure semanas e caia no esquecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Que nunca mais voltemos a ignorar o racismo como fizemos há tantos anos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Seja ativo em movimentos e causa e não apenas nas redes sociais</h3>



<p class="wp-block-paragraph">As redes sociais são importantes, é um lugar onde nossas vozes são ouvidas por aqueles que escolheram nos seguir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas além disso, se envolva em iniciativas que ajudam e fortalecem a causa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conheça movimentos como:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://transformabrasil.com.br/perfil-ong/transforma-bh" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Transforma BH</a>/ <a href="https://transformabh.com.br/acao/campanha-ame-seu-vizinho-2" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ame o seu vizinho</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://baoba.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">BAOBÁ Fundo Para Equidade Racial</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://favela.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fa.vela</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre outras frentes e movimentos. Não deixe de compartilhar outros nos comentários.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Escute pessoas negras</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Nunca entenderemos a dor que eles sentem, por isso precisamos ouví-los em vez de tirar nossas próprias conclusões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vou citar aqui alguns dos poucos teólogos negros (e pardos) que conheço e preciso ouvi-los mais (e outros que conheci no canal do <a href="https://www.youtube.com/watch?v=OHUUo0JDdoQ" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Victor Fontana</a>). </p>



<p class="wp-block-paragraph">Faça o mesmo e <strong>indique outros nos comentários</strong>. Infelizmente não conheço teólogas negras, seria ótimo receber indicações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">São essas pessoas que precisamos ouvir agora. Como:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://wretched.org/voddie-baucham-one-race/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Voddie Baucham</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://twitter.com/guilhermevrc?ref_src=twsrc%5Egoogle%7Ctwcamp%5Eserp%7Ctwgr%5Eauthor" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Guilherme de Carvalho</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.facebook.com/jubal.goncalves" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jubal Gonçalves</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.facebook.com/ziel.machado" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ziel Machado</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.instagram.com/prjeremiaspereira/?hl=pt-br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jeremias Pereira</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora não seja famosa por discursos teológicos, temos a forte voz de <a href="https://www.instagram.com/berniceaking/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Bernice King</a> que continua a luta de seu pai e compartilha da mesma fé.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Escute também não-cristãos. Precisamos conhecer a dor para entender como contribuir e como levar a mensagem de esperança do evangelho.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Não apoie a violência</h3>



<p class="wp-block-paragraph">É bom também pensarmos naquilo que não devemos fazer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um fator importante é nos lembrar que “bem aventurados são os pacificadores” (Mt 5:9). </p>



<p class="wp-block-paragraph">Como cristãos, devemos apoiar a mudança, mas de forma que ela não venha por meio da violência. É lindo ver cenas como a da Polícia de Miami.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" class="wp-image-796" src="https://crerepensar.com.br/wp-content/uploads/2020/06/racismo-e-a-igreja.jpg" alt="" />
<figcaption>Retirada do Portal UOL</figcaption>
</figure>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, é triste ver cenas de violência extrema, incêndios e justiça com as próprias mãos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A Palavra de Deus nos ensina que a nossa ira não “produz a justiça de Deus” (Tg 1:20).</p>



<p class="wp-block-paragraph">É triste ver um movimento tão legítimo marcado com cenas de destruição e até lojas sendo furtadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas vezes nessas causas, a violência nos torna exatamente como aqueles que queremos combater.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É compreensível ver como tanta violência sofrida, gerou uma retribuição agressiva. Porém, não devemos apoiar esse tipo de retribuição.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A realidade do Sonho de Martin Luther King Jr.</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A famosa frase de Martin Luther King está sendo usada como nunca:</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Eu tenho um sonho que minhas quatro pequenas crianças vão um dia viver em uma nação onde elas não serão julgadas pela cor da pele, mas pelo conteúdo de seu caráter.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando olhamos ao nosso redor é difícil ter esperança de um dia vermos, de fato, todos os sonhos de Luther King se tornarem realidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um lugar sem preconceito, sem choro, sem sofrimento, onde a sua cor não significaria nada além de uma característica do seu corpo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A boa nova, é que <strong>esse lugar existe</strong>. Deus nos prometeu que um dia habitaremos nessa cidade. Uma cidade que nenhum de nós é digno de entrar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, uma cidade em que Cristo abriu as portas para receber todo aquele que nele crê e se torna seu discípulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O preço de sangue, <strong>o valor de cada vida na cruz, é a realização do sonho de Luther King</strong>. Um lugar em que ninguém é julgado, porque nosso caráter foi renovado. Um lugar em que o maior, foi Aquele que se fez menor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Luther King estará lá, Luther King verá o seu sonho realizado. E essa é mais importante notícia que a igreja carrega para todo povo, língua e nação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Temos um sonho, e ele será realizado. Graças a Deus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto esse dia não chega, tenhamos “sede de justiça” (Mt 5:6) e que lutemos para que, enquanto a Cidade que aguardamos não chega, ela seja vista na Terra em nossas vidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Peço um último favor, não queira ser aplaudido em meio à causa, nem ser elogiado. Não louve esse texto. Eu não quero. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Não estaremos fazendo mais que a nossa obrigação, e estamos muito atrasados</strong>! (Lc 17:10)</p>



<p class="wp-block-paragraph">*<em>Não deixe de seguir o <a href="https://www.instagram.com/somosluzeiro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Luzeiro no Instagram</a> e conhecer mais do nosso ministério.</em></p>
<p>O post <a href="https://somosluzeiro.com.br/racismo-e-a-igreja/">Racismo é pecado! O papel da Igreja no combate ao preconceito racial</a> apareceu primeiro em <a href="https://somosluzeiro.com.br">luzeiro</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O que é apologética? A importância da defesa da Fé para a Igreja cristã</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Igreja Luzeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2020 23:59:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Apologética]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://crerepensar.com.br/?p=656</guid>

					<description><![CDATA[<p>Não sei você, mas eu já ouvi algumas pessoas por aí dizendo que Deus não precisa de defesa.  Afinal, Ele é Deus, o ser mais poderoso, completo, glorioso de todo o universo. Aliás, Ele é o criador de todo este universo! Mas, por outro lado, também é verdade que muitas pessoas que estão em busca da verdade têm diversas dúvidas e questões legítimas sobre Deus.  Será que Ele de fato existe e é bom?  Se sim, por que ainda existe tanto mal, dor e sofrimento? Se Deus existe e é bom porque o mundo encontra-se imerso em todo este caos trazido pelo coronavírus, por exemplo?  Com certeza já tivemos ou ainda temos algumas dessas questões. E, provavelmente, não temos todas as respostas.  Mas o próprio Deus nos faz um convite a buscarmos conhecê-lo, raciocinar sobre Ele, partindo da natureza criada e da sua revelação especial, a Bíblia, para encontrarmos as respostas. O próprio Deus nos instrui a sabermos dar a “razão da esperança que há em nós” (1Pe 3:15). É aí que entra a apologética. Em dar razão e respostas para essas questões. Então, vamos entender mais sobre a importância da defesa da fé. Neste post você vai aprender: O que é Apologética Os tipos de Apologética A sua importância para a Igreja Desafios apologéticos da atualidade Quem são os melhores apologistas para você conhecer Então vamos lá! O que é Apologética Apologética é uma derivação da palavra apologia (defesa verbal) e significa uma defesa com base em argumentos racionais e evidências para a defesa e comprovação da fé.  Logo, a apologética cristã é a disciplina teológica focada em defender a veracidade do cristianismo contra os seus opositores. Essa compreensão da fé foi um convite que o próprio Deus fez ao profeta Isaías, que viveu por volta dos anos 765 e 681 a.C., no reino de Judá.  Como narrado no livro do profeta, o próprio Deus o convida a vir e arrazoar (pensar, raciocinar, buscar entender) com Ele e sobre Ele (Is 1:18).  Responder ao convite do próprio Deus é fazer o que nós conhecemos como apologética.  Ou seja, partindo da ideia de que a nossa fé é racional, histórica e passível de comprovação, buscamos defender as principais doutrinas a respeito da pessoa de Deus.  A apologética busca demonstrar que a fé em Deus não é algo ilógico ou emocional e que não leva em conta a razão.  Muito ao contrário, busca demonstrar que Deus de fato existe e é o soberano criador de todas as coisas. Que Ele é justo, bom e amoroso ao ponto de encarnar-se, morrer numa cruz e ressuscitar ao terceiro dia para prover a salvação ao mundo. E defende que a Bíblia é a melhor fonte de informação sobre Ele.  Os tipos de apologética Nem todo método apologético é igual. Para colocar em prática, é importante entender que existem diferentes abordagens e formas de defender a fé cristã. Vamos conhecer um pouquinho melhor cada uma delas: Método clássico Este método é o mais comum. A ideia é apresentar provas e evidências da existência de Deus. O método clássico de apologética não para por aí, uma vez que um dos seus principais objetivos é defender a veracidade teológica do cristianismo.  Ou seja, além das evidências para a existência de Deus, ele foca em apresentar a divindade de Cristo e veracidade da Bíblia. Outro fator importante é a cosmovisão dos apologetas clássicos. Eles aceitam a validade das provas tradicionais, como por exemplo o argumento moral (senso de bem e mal) que é considerados neste método. Método Evidencial O método evidencial é bastante semelhante ao método clássico, porém ele não tem um compromisso direto à teologia Cristã.  Muitas vezes esse método apresentará evidências racionais (que não são tratadas como provas, como no método anterior), mas sem a cosmovisão Cristã de que Jesus é Deus, por exemplo. O método pode reforçar um deísmo e também o deísmo cristão, trabalhando evidências que reforçam os argumentos de sua veracidade. Método do Caso Cumulativo Esse método é muito parecido com os dois anteriores também, porém oferece uma abordagem exclusiva. Ele trabalha como se fosse uma grande tese de defesa, acumulando diversas evidências históricas e lógicas para construir um caso de defesa da fé. Se você já apresentou um TCC provavelmente vai compreender bem esse método. Método Pressuposicional A ideia aqui é que o Cristianismo já é um sistema de pensamento perfeito e com autoridade própria. Ou seja, ele não precisa de fatores externos para comprová-lo. Isso porque a verdade Bíblica seria superior a qualquer outro método de raciocínio, seja baseado em sensações ou razão. Ou seja, a verdade que existe um Deus todo poderoso e criador dos céus e da terra é tão evidente, que são os ateus e os que questionam o cristianismo aqueles que precisam defender os seus argumentos. As cosmovisões agnóstica e ateísta não podem sustentar-se sozinhas, pois suas experiências só fariam sentido a partir do cristianismo. Método da Epistemologia Reformada Este é um método bastante filosófico, porém vai de encontro com ideias presentes nas Escrituras. Esse método diz que a crença em Deus é algo natural do ser humano, ou seja, é uma crença básica e que não precisa de uma defesa. Esse argumento encontra base bíblica nos dois primeiros capítulos da carta de Paulo aos Romanos. A ideia ganhou força com João Calvino, na Reforma Protestante, que dizia que todo homem nasce com um senso do divino. A Igreja Cristã e a Apologética Talvez você ache que essa história toda de apologética seja uma coisa moderna ou contemporânea.  Uma ideia surgida depois da Reforma Protestante ou, quem sabe, depois do Iluminismo, do Racionalismo, do Evolucionismo ou de tantos outros &#8220;ismos&#8221; que vemos por aí. Só que não! Na verdade, a apologética é tão antiga quanto o próprio cristianismo. A igreja cristã já nasceu apologética. Não acredita em mim? Então, basta ler qualquer carta do apóstolo Paulo, os escritos do apóstolo João ou qualquer um dos evangelhos.  Pois é, todos estes escritos possuem, em diferentes graus e medidas,</p>
<p>O post <a href="https://somosluzeiro.com.br/o-que-e-apologetica/">O que é apologética? A importância da defesa da Fé para a Igreja cristã</a> apareceu primeiro em <a href="https://somosluzeiro.com.br">luzeiro</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Não sei você, mas eu já ouvi algumas pessoas por aí dizendo que Deus não precisa de defesa. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Afinal, Ele é Deus, o ser mais poderoso, completo, glorioso de todo o universo. Aliás, Ele é o criador de todo este universo!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas, por outro lado, também é verdade que muitas pessoas que estão em busca da verdade têm diversas dúvidas e questões legítimas sobre Deus. </p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Será que Ele de fato existe e é bom? </li>
<li>Se sim, por que ainda existe tanto mal, dor e sofrimento?</li>
<li>Se Deus existe e é bom porque o mundo encontra-se imerso em todo este caos trazido pelo coronavírus, por exemplo? </li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Com certeza já tivemos ou ainda temos algumas dessas questões. E, provavelmente, não temos todas as respostas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas o próprio <strong>Deus nos faz um convite a buscarmos conhecê-lo, raciocinar sobre Ele</strong>, partindo da natureza criada e da sua revelação especial, <a href="https://crerepensar.com.br/tudo-sobre-a-biblia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">a Bíblia</a>, para encontrarmos as respostas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O próprio Deus nos instrui a sabermos dar a “razão da esperança que há em nós” (1Pe 3:15).</p>



<p class="wp-block-paragraph">É aí que entra a apologética. Em dar razão e respostas para essas questões. Então, vamos entender mais sobre a importância da defesa da <a href="https://crerepensar.com.br/o-que-e-fe/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">fé</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste post você vai aprender:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O que é Apologética</li>
<li>Os tipos de Apologética</li>
<li>A sua importância para a Igreja</li>
<li>Desafios apologéticos da atualidade</li>
<li>Quem são os melhores apologistas para você conhecer</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Então vamos lá!</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é Apologética</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Apologética é uma derivação da palavra apologia (defesa verbal) e significa uma defesa com base em argumentos racionais e evidências para a defesa e comprovação da fé. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Logo, a apologética cristã é a disciplina teológica focada em <strong>defender a veracidade do cristianismo contra os seus opositores</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa compreensão da fé foi um convite que o próprio Deus fez ao profeta Isaías, que viveu por volta dos anos 765 e 681 a.C., no reino de Judá. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Como narrado no livro do profeta, o próprio Deus o convida a vir e arrazoar (pensar, raciocinar, buscar entender) com Ele e sobre Ele (Is 1:18). </p>



<p class="wp-block-paragraph">Responder ao convite do próprio Deus é fazer o que nós conhecemos como <strong>apologética</strong>. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Ou seja, partindo da ideia de que a nossa fé é racional, histórica e passível de comprovação, buscamos defender as principais doutrinas a respeito da pessoa de Deus. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A apologética busca demonstrar que <strong>a fé em Deus não é algo ilógico ou emocional</strong> e que não leva em conta a razão. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Muito ao contrário, busca demonstrar que Deus de fato existe e é o soberano criador de todas as coisas. Que Ele é justo, bom e amoroso ao ponto de encarnar-se, morrer numa cruz e ressuscitar ao terceiro dia para prover a salvação ao mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E defende que a Bíblia é a melhor fonte de informação sobre Ele. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Os tipos de apologética</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Nem todo método apologético é igual. Para colocar em prática, é importante entender que existem diferentes abordagens e formas de defender a fé cristã.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vamos conhecer um pouquinho melhor cada uma delas:</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Método clássico</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Este método é o mais comum. A ideia é apresentar provas e evidências da existência de Deus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O método clássico de apologética não para por aí, uma vez que um dos seus principais objetivos é defender a veracidade teológica do cristianismo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Ou seja, além das evidências para a existência de Deus, ele foca em apresentar <strong>a divindade de Cristo e veracidade da Bíblia</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro fator importante é a cosmovisão dos apologetas clássicos. Eles aceitam a validade das provas tradicionais, como por exemplo o argumento moral (senso de bem e mal) que é considerados neste método.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Método Evidencial</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O método evidencial é bastante semelhante ao método clássico, porém ele não tem um compromisso direto à teologia Cristã. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas vezes esse método apresentará evidências racionais (que não são tratadas como provas, como no método anterior), mas sem a cosmovisão Cristã de que <a href="https://crerepensar.com.br/quem-foi-jesus/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Jesus é Deus (opens in a new tab)">Jesus é Deus</a>, por exemplo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O método pode reforçar um deísmo e também o deísmo cristão, trabalhando evidências que reforçam os argumentos de sua veracidade.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Método do Caso Cumulativo</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Esse método é muito parecido com os dois anteriores também, porém oferece uma abordagem exclusiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele trabalha como se fosse uma grande tese de defesa, acumulando diversas evidências históricas e lógicas para construir um caso de defesa da fé.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você já apresentou um TCC provavelmente vai compreender bem esse método.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Método Pressuposicional</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A ideia aqui é que o Cristianismo já é um sistema de pensamento perfeito e com autoridade própria. Ou seja, ele não precisa de fatores externos para comprová-lo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso porque a verdade Bíblica seria superior a qualquer outro método de raciocínio, seja baseado em sensações ou razão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ou seja, a verdade que existe um Deus todo poderoso e criador dos céus e da terra é tão evidente, que são os ateus e <strong>os que questionam o cristianismo aqueles que precisam defender os seus argumentos</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As cosmovisões agnóstica e ateísta não podem sustentar-se sozinhas, pois suas experiências só fariam sentido a partir do cristianismo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Método da Epistemologia Reformada</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Este é um método bastante filosófico, porém vai de encontro com ideias presentes nas Escrituras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse método diz que a crença em Deus é algo natural do ser humano, ou seja, <strong>é uma crença básica e que não precisa de uma defesa</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse argumento encontra base bíblica nos dois primeiros capítulos da carta de Paulo aos Romanos. A ideia ganhou força com João Calvino, na <a href="https://crerepensar.com.br/reforma-protestante/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Reforma Protestante</a>, que dizia que todo homem nasce com um senso do divino.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A Igreja Cristã e a Apologética</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez você ache que essa história toda de apologética seja uma coisa moderna ou contemporânea. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma ideia surgida depois da Reforma Protestante ou, quem sabe, depois do Iluminismo, do Racionalismo, do Evolucionismo ou de tantos outros &#8220;ismos&#8221; que vemos por aí.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Só que não!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na verdade, <strong>a apologética é tão antiga quanto o próprio cristianismo</strong>. A igreja cristã já nasceu apologética.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não acredita em mim? Então, basta ler qualquer carta do apóstolo Paulo, os escritos do apóstolo João ou qualquer um dos evangelhos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Pois é, todos estes escritos possuem, em diferentes graus e medidas, defesas da fé cristã, e, portanto, conteúdo apologético. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando o apóstolo João inicia seu evangelho dizendo que: “no princípio era o Verbo, e o Verbo era Deus e estava com Deus&#8230;e então o Verbo se encarnou e habitou entre nós&#8230;” (Jo 1.1-14). </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que ele está fazendo é apologética</strong>! </p>



<p class="wp-block-paragraph">Está defendendo a divindade de Cristo contra ideias opostas de que Ele era apenas um bom homem, um bom mestre talvez, um charlatão, um louco, ou qualquer outra acusação feita contra Cristo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Do mesmo modo, está defendendo a encarnação de Cristo, contra ideias gnósticas — doutrina cujo surgimento ocorre no século 1 e <strong>nega a existência de um corpo físico para Cristo</strong>. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O apóstolo Paulo age do mesmo modo em suas epístolas ao defender o evangelho contra as ideias judaizantes, oriundas de alguns grupos de cristãos vindos do judaísmo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eles defendiam que a salvação dependia, além da obra de Cristo, da prática de ritualismos judaicos.  </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A igreja cristã nasceu apologética</strong> e permaneceu apologética, mesmo após a morte dos apóstolos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dirigentes das congregações cristãs, que ficaram conhecidos na história do cristianismo como os “pais da igreja”, continuaram a obra apologética de defesa da fé contra os ataques externos e internos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessas defesas vieram inúmeros escritos, muitos do quais sobrevivem até os nossos dias. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Devemos a alguns desses homens as formulações iniciais, com base na Bíblia, de diversas doutrinas centrais ao cristianismo. </p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Os primeiros apologistas</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Alguns desses pais da igreja desenvolveram e sistematizaram algumas verdades bíblicas, fundamentais até os dias atuais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vamos ver alguns exemplos:</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Tertuliano de Cartago</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Tertuliano, por exemplo, que viveu entre os anos 155 a 220 d.C., foi o responsável por delimitar as bases para o entendimento que temos hoje da doutrina da Trindade. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Inclusive, foi ele quem cunhou essa expressão, Trindade, para descrever o ser de Deus como sendo uma essência em 3 pessoas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Fez isso como uma forma de defesa do cristianismo contra umas ideias bem estranhas que existiam sobre o ser de Deus. Por exemplo, que os cristãos tinham três deuses e não um. </p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Agostinho de Hipona</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">De modo semelhante devemos nosso melhor entendimento da doutrina da graça de Deus a Agostinho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele foi um dos maiores teólogos (se não o maior) da história da Igreja. Foi Bispo de Hipona, uma cidade romana em uma província na África e viveu entre 354 a 430 d.C.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Devido à controvérsias que teve com um contemporâneo de nome Pelágio, sentiu-se no dever de defender a doutrina cristã da graça de Deus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Pelagianismo afirmava que o homem era responsável pela sua salvação. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Agostinho defendeu a doutrina bíblica da graça como meio exclusivo para a salvação do homem, fazendo portanto <strong>uma defesa apologética de tal doutrina</strong>. </p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>A importância da apologética</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Esses pais da Igreja são apenas alguns exemplos da importância da apologética para o cristianismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na verdade, eu poderia passar um dia inteiro escrevendo outros exemplos, como os <a href="https://crerepensar.com.br/5-solas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (opens in a new tab)">5 Solas da Reforma Protestante</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas acho que já deu para entender meu argumento básico: a apologética é muito, muito, muito importante! </p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela é fundamental para mim e pra você entendermos e sermos capazes de explicar a nossa fé para os nossos amigos, vizinhos e familiares. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Para explicar àquela tia que não sabe se é católica, espírita, budista ou hinduísta. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Para aquele colega de escola ou faculdade que se acha muito esperto, culto e inteligente para apegar-se à fábulas e mitos religiosos sobre Jesus Cristo. Que também duvida que o cristianismo é verdadeiro e, consequentemente, que Jesus é o único real e possível meio de salvação.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, é imprescindível falarmos um pouco agora sobre as principais ideias contrárias ao cristianismo que tem se levantado nos nossos dias e desafiado a Fé Cristã.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Posteriormente, veremos quem são os principais expoentes nessa área do conhecimento cristão que você PRECISA conhecer. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Vai por mim, essas pessoas são incríveis e você vai me agradecer por apresentá-las para você. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Então, vamos lá. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como fazer apologética: os principais desafios atuais </strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O principal desafio hoje talvez seja o famoso “<strong>Fé vs Razão</strong>”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa rixa surgiu principalmente no iluminismo, movimento intelectual e cultural dos secs. XVII e XVIII, com suas ideias racionalistas (a razão humana é o único meio de conhecimento e explicação da realidade). </p>



<p class="wp-block-paragraph">E ganhou muita força depois da teoria evolucionista de Charles Darwin (1809-1882), que buscava explicar a origem das espécies por meio da seleção e evolução natural. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, se difundiu nos ambientes acadêmicos e científicos que a fé e a razão são opostos entre si. Consequentemente, que a ciência e o cristianismo são mutuamente excludentes. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O homem passou a acreditar que não precisaria mais de explicações sobrenaturais para entender como o universo surgiu e se desenvolveu. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso, porque toda a explicação seria possível por meio de análises empíricas e laboratoriais. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O método científico e o uso da razão não poderiam se aliar à ideia de um Deus todo poderoso e criador, acima e além da nossa total compreensão, e impossível de ser dissecado numa mesa de laboratório. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Na esteira desses pensamentos muitos outros têm surgido e se reinventado nos nossos dias, argumentos que:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Negam a existência de Deus; </li>
<li>Negam possibilidade de que o universo tenha sido por Ele criado e projetado; </li>
<li>Negam a existência de uma moralidade e uma verdade absoluta; </li>
<li>Negam a encarnação do filho de Deus, sua morte e ressurreição; </li>
<li>Negam a fidedignidade histórica da Bíblia como fonte de evidências sobre a existência de Deus e seu modo de agir. </li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Essas são algumas das principais ideias que desafiam o cristianismo, mas você quer uma boa notícia? </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A fé cristã é histórica, sólida, racional, embasada em evidências e argumentos, inclusive de cunho científico</strong>! </p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela é uma explicação da realidade muito mais plausível e crível que diversas das teorias científicas que são vendidas por aí como sendo verdades incontestáveis. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Como eu sei disso? Estudando apologética!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os vários ramos e tipos da apologética nos fornecem um amplo leque de argumentos e comprovações históricas e científicas que <strong>embasam as verdades descritas na Bíblia sobre o ser de Deus e sua obra</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso é fundamental conhecermos argumentos para defender a nossa Fé. </p>



<p class="wp-block-paragraph">É importante estudarmos a veracidade dos escritos Bíblicos, as evidências da ressurreição e a profundidade do argumento moral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para isso, vamos conhecer fontes incríveis para você estudar e entender argumentos teológicos, históricos, evidenciais e até filosóficos para defender a sua Fé. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Pense em homens e mulheres de Deus maravilhosos, que fizeram e fazem um grande serviço para mim e pra você! </p>



<p class="wp-block-paragraph">Eles sintetizaram seus milhares de estudos e pesquisas em livros que nos ajudam a entender e explicar argumentos e evidências da confiabilidade e veracidade do cristianismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesses autores você enxergará cada um dos métodos apologéticos que vimos anteriormente. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Principais apologetas contemporâneos </strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Esses povo é tão incrível que nem sei por qual deles começar, mas vamos lá:</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>C. S. Lewis </strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Vamos começar com um dos maiores apologetas do sec. XX, além de poeta, romancista, teólogo, professor universitário&#8230; um mito! </p>



<p class="wp-block-paragraph">Ateu professo, devido a dúvidas surgidas quando ainda bem jovem, perdeu a mãe e participou como soldado na primeira guerra mundial. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas quando desafiado a realizar um estudo sobre o sofrimento e o mal, encontrou-se com Deus. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Converteu-se ao cristianismo com o auxílio de amigos como J.R.R. Tolkien. Depois se tornou um dos pensadores e autores cristãos mais influentes de todos os tempos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre seus livros de cunho apologético mais conhecidos estão: </p>



<ul class="wp-block-list">
<li>“<a href="https://www.livrariasfamiliacrista.com.br/cristianismo-puro-e-simples-c-s-lewis-1.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (opens in a new tab)">Cristianismo Puro e Simples</a>” </li>
<li>“<a href="https://www.livrariasfamiliacrista.com.br/livro-problema-sofrimento.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (opens in a new tab)">O Problema do Sofrimento</a>”</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Josh McDowell </strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Josh é um apologeta americano que já escreveu sozinho ou em parceria com outros autores mais de 150 livros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pasmem, esse cara também era ateu! </p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas foi desafiado, ainda na faculdade, por colegas de classe, a <strong>buscar evidências que desmentissem a narrativa bíblica</strong> da ressurreição de Jesus. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Consegue adivinhar o resultado das suas pesquisas? </p>



<p class="wp-block-paragraph">Pois é! Ele chegou à conclusão de que Jesus, de fato, ressuscitou como a Bíblia diz, e se converteu. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre seus principais livros, que indico aqui, estão: </p>



<ul class="wp-block-list">
<li>“<a href="https://www.amazon.com.br/Evidencia-Que-Exige-Um-Veredito/dp/8573520086" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (opens in a new tab)">Evidências que Exigem um Veredito</a>”</li>
<li>“<a href="https://www.livrariasfamiliacrista.com.br/mais-que-um-carpinteiro-josh-mcdowell.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (opens in a new tab)">Mais que um Carpinteiro</a>”</li>
<li>“<a href="https://www.cpad.com.br/evidencias-da-ressurreicao-/p" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (opens in a new tab)">Evidências da Ressurreição</a>” </li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>William Lane Craig: </strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Apologeta, filósofo e teólogo americano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ficou famoso por sua tese acadêmica sobre a ressurreição de Jesus e também por seus diversos debates com ateus conhecidos mundo afora, muitos deles, disponíveis no YouTube.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Você pode conferir um deles aqui (legendado em português):</p>



<figure class="wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio">
<div class="wp-block-embed__wrapper">https://www.youtube.com/watch?v=mgLhRmUV0mM</div>
</figure>



<p class="wp-block-paragraph">O vídeo é longo, mas excelente. Se quiser, veja no minuto 41:30 o apologeta falando sobre a evolução.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O seu site <a href="https://www.reasonablefaith.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (opens in a new tab)">Reasonable Faith</a> (Fé Racional) está recheado de conteúdos e argumentos apologéticos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando assisto a um desses vídeos geralmente fico condoída pelos ateus que se aventuram a debater com esse monstro da apologética. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre seus principais livros que cito aqui temos: </p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://vidanova.com.br/355-apologetica-questoes-dificeis-vida.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (opens in a new tab)">Apologética para Questões Difíceis da Vida</a></li>
<li><a href="https://vidanova.com.br/581-em-guarda.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (opens in a new tab)">Em Guarda</a></li>
<li><a href="https://vidanova.com.br/419-apologetica-contemporanea.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (opens in a new tab)">Apologética Contemporânea </a></li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Lee Strobel </strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Mais um ex-ateu na nossa lista. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Jornalista investigativo em ascensão do Chicago Tribune, nos Estados Unidos, quando sua esposa teve o que ele considerou uma péssima ideia, converter-se ao cristianismo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Como ateu totalmente convicto <strong>resolveu procurar as maiores autoridades acadêmicas e científicas em assuntos que poderiam descredibilizar a fé cristã</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo: mostrar à sua esposa que, bom, Deus não existia, Jesus nunca morreu numa cruz, muito menos ressuscitou e que a Bíblia foi corrompida e não era confiável. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O resultado da sua pesquisa e entrevistas você pode conferir em seus maravilhosos livros: </p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://www.livrariasfamiliacrista.com.br/livro-defesa-fe.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (opens in a new tab)">Em Defesa da Fé</a></li>
<li><a href="https://www.tendagospel.com/livro-em-defesa-de-cristo-lee-strobel.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (opens in a new tab)">Em Defesa de Cristo</a> (que inclusive virou filme)</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>John Carson Lennox </strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Matemático (só isso já prova que o cara tem uma inteligência acima da média), professor da universidade de Oxford, filósofo da ciência e apologeta cristão. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Também bastante famoso por seus debates com alguns ateus famosos (e corajosos, de debater com esse cara). </p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira um dos seus discursos apologéticos em Oxford aqui:</p>



<figure class="wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio">
<div class="wp-block-embed__wrapper">https://www.youtube.com/watch?v=WWrTHF_eSO4</div>
</figure>



<p class="wp-block-paragraph">Autor de diversos livros também, entre eles: </p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://www.mundocristao.com.br/por-que-a-ciencia-nao-consegue-enterrar-deus/p" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (opens in a new tab)">Por que a Ciência não Consegue Enterrar Deus</a> </li>
<li><a href="https://www.livrariasfamiliacrista.com.br/deus-e-stephen-hawking-de-quem-e-o-projeto-afinal.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (opens in a new tab)">Deus e Stephen Hawking: De Quem é o Projeto Afinal?</a></li>
<li><a href="https://www.amazon.com.br/Science-Explain-Everything-John-Lennox/dp/1784984116" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (opens in a new tab)">A Ciência pode Explicar Tudo?</a> (apenas em inglês)</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Nancy Pearcey</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Não poderia faltar uma mulher neste time de apologistas incríveis, não é verdade?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nancy Pearcey é uma autora e professora de apologética e cosmovisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pra você ter noção, ela possui mestrado em Ciências Humanas (M.A.) pelo Covenant Theological Seminary, e outros trabalhos de pós-graduação em filosofia no Institute for Christian Studies.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi considerada como a mais proeminente intelectual evangélica dos EUA pelo &#8220;<em>The Economist</em>&#8220;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O foco principal de Nancy é apresentar a cosmovisão cristã como superior a todo e qualquer outro tipo de cosmovisão que concorre com o cristianismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sua obra mais proeminente trata sobre esse tema e tem tradução no Brasil:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://www.submarino.com.br/produto/94404139/a-busca-da-verdade-nancy-pearcey?WT.srch=1&amp;acc=d47a04c6f99456bc289220d5d0ff208d&amp;epar=bp_pl_00_go_g35177&amp;gclid=EAIaIQobChMIkLChweSl6QIVCIGRCh2cLgiTEAYYAiABEgKCx_D_BwE&amp;i=5b59561aeec3dfb1f81edc16&amp;o=5d1e44146c28a3cb501d4b0a&amp;opn=XMLGOOGLE&amp;sellerid=25989141000100&amp;wt.srch=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">A Busca Da Verdade</a></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Esses são apenas alguns dos apologetas contemporâneos. Eu poderia ficar citando e citando nomes e livros que não acabariam mais. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Meu coração está até doendo por não citar mais gente como Normam Geisler e Ravi Zacharias. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Temos tantos autores bons que o negócio fica cada dia mais puxado para os ateus e <strong>exige cada vez mais fé deles</strong> para sustentar suas teorias contra o cristianismo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo porque, eu não sei se você percebeu, entre os autores que eu citei, que além de serem inteligentíssimos e renomados, <strong>muitos deles eram ateus</strong>. </p>



<p class="wp-block-paragraph">E a melhor parte, converteram-se ao cristianismo analisando as evidências históricas e científicas que os levaram à conclusão da existência do Deus cristão. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Viram que essa é a melhor explicação para a origem do universo e o funcionamento da vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Bem como chegaram à conclusão de que a Bíblia é a melhor fonte de informação sobre esse Deus e que, aliás, encarnou, morreu e ressuscitou!</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Colocando em prática</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Eis a beleza do estudo da apologética! </p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela não serve para nos deixar arrogantes ou para vencermos debates. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ela nos ajuda a ver que podemos confiar na Bíblia e no Deus revelado por ela</strong>. Que podemos e devemos, com prudência, sabedoria e amor, levar as pessoas a verem essas verdades. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Como nos ensina o apóstolo Pedro: </p>



<p class="wp-block-paragraph">“<em>Antes santificai em vossos corações a Cristo como Senhor; e estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a todo aquele que vos pedir a razão da esperança que há em vós</em>.” (1Pe 3:15).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não deixe de conferir nosso conteúdo sobre <a href="https://crerepensar.com.br/como-ter-intimidade-com-deus/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="como ter intimidade com o Deus (opens in a new tab)">como ter intimidade com o Deus</a>!</p>



<p class="wp-block-paragraph">*<em>Não deixe de seguir o <a href="https://www.instagram.com/somosluzeiro/?hl=pt-br" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Luzeiro no Instagram (opens in a new tab)">Luzeiro no Instagram</a></em>!</p>
<p>O post <a href="https://somosluzeiro.com.br/o-que-e-apologetica/">O que é apologética? A importância da defesa da Fé para a Igreja cristã</a> apareceu primeiro em <a href="https://somosluzeiro.com.br">luzeiro</a>.</p>
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					<wfw:commentRss>https://somosluzeiro.com.br/o-que-e-apologetica/feed/</wfw:commentRss>
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			</item>
		<item>
		<title>Quem foi Jesus Cristo? Mito, mestre, Deus ou louco?</title>
		<link>https://somosluzeiro.com.br/quem-foi-jesus/</link>
					<comments>https://somosluzeiro.com.br/quem-foi-jesus/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Igreja Luzeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Oct 2019 04:45:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Apologética]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://crerepensar.com.br/?p=527</guid>

					<description><![CDATA[<p>Confira quem foi Jesus Cristo e como e por que ele impactou a história da humanidade!</p>
<p>O post <a href="https://somosluzeiro.com.br/quem-foi-jesus/">Quem foi Jesus Cristo? Mito, mestre, Deus ou louco?</a> apareceu primeiro em <a href="https://somosluzeiro.com.br">luzeiro</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Jesus Cristo é sem dúvidas a figura mais influente e conhecida que já pisou nesse mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez nenhum homem tenha gerado tanto impacto no mundo como Jesus fez. No mundo ocidental as suas marcas são muito claras. Do calendário às tradições e comportamentos da sociedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas a sua figura não se limita apenas à <a href="https://crerepensar.com.br/o-que-e-fe/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fé Cristã</a>. Até mesmo dentro de outras das maiores religiões do mundo (inclusive mais fortes no Oriente) Jesus é reconhecido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Espiritismo ele é o espírito mais puro que já pisou na Terra; no Islamismo Jesus é um grande profeta, servo de Alá e que fez muitos sinais; no Cristianismo Jesus é o Filho do Deus vivo, messias e Senhor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse post vamos entender um pouco quem foi Jesus analisando os fatos e relatos a seu respeito. Veremos que temos algumas opções de quem ele pode ter sido:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Jesus é um mito e sequer existiu;</li>
<li>Jesus foi um grande profeta e mestre da moral</li>
<li>Jesus foi um revolucionário</li>
<li>Jesus foi um maluco com complexo de grandeza</li>
<li>Jesus era e é o Filho de Deus</li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">A intenção desse conteúdo não é afirmar quem ele foi. Porém, apresentar que das 5 opções acima, <strong>apenas 2 opções podem ser sustentadas e consideradas como verdadeiras</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vamos então analisar essas opções com mais detalhes e entender quem foi Jesus Cristo e por que ele marcou a humanidade como nenhum outro homem.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Jesus existiu? O que a história diz sobre ele</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A primeira análise que precisamos fazer é se Jesus realmente existiu. Existem evidências de suas passagem na Terra?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Caso elas não sejam suficientes a discussão poderia ser rapidamente encerrada. E uma vez que essa hipótese anularia todas as outras, é por ela que começaremos a nossa análise.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para começarmos precisamos primeiramente observar a principal fonte histórica a respeito do Nazareno, ou seja, o Novo Testamento <a href="https://crerepensar.com.br/tudo-sobre-a-biblia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">da Bíblia</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa é sem dúvida a principal fonte sobre a vida e ensinamentos de Jesus. Portanto para sabermos se ele realmente existiu precisamos nos fazer uma importante pergunta:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Podemos confiar na veracidade do Novo Testamento</strong>? Seriam eles documentos históricos relevantes o suficiente para basearmos a nossa crença na existência de Jesus?</p>



<h3 class="wp-block-heading">A veracidade do Novo Testamento</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O Novo Testamento são escrituras muito antigas e que muitos acusam terem sido escritas muito depois da morte de Jesus. Uma vez que os manuscritos que existem provém de datas tardias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém descobertas arqueológicas recentes comprovaram a exatidão dos escritos do Novo Testamento. São eles:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://bibliateca.com.br/site/os-papiros-e-os-pergaminhos/o-papiro-p52">Os Manuscritos de Ryland (ou Papiro P52)</a></li>
<li><a href="https://bibliateca.com.br/site/os-papiros-e-os-pergaminhos/os-papiros-de-chester-beatty">Os Papiros de Chester Beatty</a></li>
<li><a href="https://bibliateca.com.br/site/os-papiros-e-os-pergaminhos/os-papiros-de-bodmer">Os Papiros Bodmer</a></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Todos eles datados entre os anos 100 e 200 d.C. fizeram a ponte entre o tempo de Cristo e os manuscritos existentes provenientes de datas mais tardias. Os manuscritos comprovam a transmissão acurada do texto do Novo Testamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Algumas dessas descobertas tem feito com que <strong>arqueólogos e acadêmicos confiem cada vez mais na veracidade dos manuscritos da Bíblia</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/William_Foxwell_Albright">William Foxwell Albright</a> considerado um dos mais renomados arqueólogos bíblicos, afirma que hoje já não temos base sólida para datar qualquer livro do Novo Testamento como datado após o ano 80 d.C.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro renomado arqueólogo a se convencer da veracidade dos manuscritos do Novo Testamento foi <a href="https://www.arqueologia.criacionismo.com.br/2007/04/sir-william-ramsay-o-ctico-ideal.html">Sir William Ramsay</a>. A princípio ele não cria na veracidade e nem na antiguidade do livro de Atos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, após estudar o livro e perceber os meticulosos detalhes de Lucas (autor do livro), teve que voltar atrás e apontou Lucas como <strong>um historiador de primeira categoria, um dos maiores de todo o mundo</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além desses fatos temos alguns outros que mereciam muito destaque, mas preciso resumir, afinal, esse post não é uma tese de doutorado:</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Todos os livros do Novo Testamento datam do primeiro século </strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Isso mostra como a distância dos relatos escritos pelos apóstolos e demais autores, aconteceram muito próximos aos fatos, ampliando a aceitação da veracidade dos relatos.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Lucas é considerado um grande historiador por grandes arqueólogos contemporâneos</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Como mencionado no exemplo de Ramsay, o livro de Atos é considerado um preciso e metódico documento histórico. A precisão das localidades e descrição dos fatos de Lucas impressionam acadêmicos e historiadores.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Possui mais fontes materiais do qualquer livro da antiguidade</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">No quesito abundância de materiais que reforçam a autoridade dos manuscritos, o Novo Testamento se destaca em comparação a outros textos clássicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mais de 20 mil cópias de manuscritos</strong> foram encontradas até o ano de 2009.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Ilíada, segundo livro mais antigo depois do Novo Testamento, no que diz respeito à autoridade do manuscrito, <strong>existem apenas 643 manuscritos</strong>. </p>



<p class="wp-block-paragraph">(Fonte: <a href="https://www.saraiva.com.br/mais-que-um-carpinteiro-a-historia-deste-livro-pode-mudar-a-sua-historia-4064207/p">Mais que um Carpinteiro</a>).</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Possui evidências internas (Ex. At 26: 24-26 e Lc 1:1-4)</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">São afirmações dos autores que poderiam descredibilizar totalmente os seus escritos. E os autores do Novo Testamento fazem isso constantemente. Os versículos acima são alguns exemplos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os relatos sobre Cristo circulavam durante o período de vida dos contemporâneos de Jesus. Essas pessoas, com certeza, poderiam confirmar ou negar que os relatos eram verdadeiros.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Possui evidências externas</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Vamos observar agora relatos externos, de homens que não escreveram a Bíblia, porém mencionaram Jesus em seus escritos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O importante aqui é vermos se outros materiais históricos, além dos manuscritos bíblicos confirmam ou negam o testemunho interno dos documentos neotestamentários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Duas figuras conhecidas e próximas do apóstolo João podem ser citados a princípio. O primeiro é <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Papias_de_Hier%C3%A1polis" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">Papias</a>, bispo de Hierápolis em 130 d.C, citado pelo historiador <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Eus%C3%A9bio_de_Cesareia">Eusébio</a>, onde afirma a veracidade dos escritos de Marcos, revelado por ele como intérprete do apóstolo Pedro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra famosa figura é o bispo <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ireneu_de_Lyon" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">Irineu de Lion</a>, aluno de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Policarpo_de_Esmirna" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">Policarpo</a>, discípulo do apóstolo João, que combatendo heresias na sua época menciona diretamente Pedro, Paulo e faz referências diretas ao Evangelho de João.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As fontes também vêm de historiadores e personagens não cristãos. Aqui dois deles se destacam:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Fl%C3%A1vio_Josefo" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">Flávio Josefo</a> (37d.C &#8211; 100 d.C) (Antiguidades)</p>



<p class="wp-block-paragraph">O historiador Judeus menciona Jesus em seus relatos históricos. Existem duas fortes passagens de Josefo a respeito de Jesus. Uma delas é polêmica e alguns acreditam ser interpolações dos seus escritos, chamada de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Testimonium_Flavianum">Testimonioum Flavianum</a>. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A principal argumentação consiste por conta de Josefo, que era Judeu, mencionar Jesus como o Cristo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, existe outra passagem em sua obra onde <strong>Josefo fala a respeito da prisão de Tiago e o chama de irmão de Jesus</strong>. Aqui, Josefo não chama Jesus de Cristo, tornando a passagem mais aceita.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/T%C3%A1cito_e_os_crist%C3%A3os" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">Cornélio Tácito</a> (56 d.C &#8211; 117 d.C)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cornélio Tácito foi um historiador Romano que citou os seguidores de Cristo e o próprio Jesus (punido com pena máxima sob o governo de Pôncio Pilatos) em seus relatos a respeito do incêndio de Roma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Existem outros relatos e evidências tanto internas quanto externas. Quis apresentar aqui o suficiente para mostrar como atualmente, a maior parte dos historiadores acreditam na existência de Jesus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma vemos como o Novo Testamento é confiável e fontes externas validam a sua veracidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sugiro aqui dois livros que podem ajudar bastante e trabalham essas questões com muitos mais detalhes do que esse texto. São eles:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://www.amazon.com.br/Mais-que-carpinteiro-hist%C3%B3ria-deste/dp/8563563408?tag=goog0ef-20&amp;smid=A2VWMP4GK1G2B&amp;ascsubtag=go_1494986073_58431735035_285514469186_pla-512063500238_c_" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">Mais que um Carpinteiro</a> &#8211; Josh McDowell</li>
<li><a href="https://www.amazon.com.br/Cristo-Jornalista-Ex-Ateu-Investiga-Exist%C3%AAncia/dp/8573675616" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">Em Defesa de Cristo</a> &#8211; Lee Strobel</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Agora que sabemos que não é um mito, precisamos identificar quem ele foi e por que ele impactou tanto a humanidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Seria Jesus um revolucionário?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Uma opção apontada por muitos é que Jesus seria um revolucionário. Um homem que se posicionou contra os grandes líderes Judeus e Romanos e foi contra as leis que muitas vezes oprimiam a sociedade na época.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, se analisarmos as escrituras, fonte confiável histórica a seu respeito, perceberemos que <strong>Jesus estava longe de ser um grande revolucionário</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Contra o Império Romano</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Os líderes religiosos judeus, que eram confrontados por Jesus, não por seguirem as leis da Torá, mas por sua hipocrisia, bem tentaram pintar a imagem de revolucionário contra o Império Romano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No final do capítulo 21 do livro de Mateus, vemos que os sacerdotes e fariseus (líderes religiosos) buscavam ocasião para prender Jesus, porém temiam a grande multidão que o seguia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Então no capítulo 22 vemos um estratagema que culminou em uma das mais famosas frases ditas por Cristo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No versículo 15 vemos como eles tramavam como “surpreender Jesus em alguma palavra”, alguma forma para acusá-lo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Então eles levantam o questionamento a Jesus: “é lícito pagar tributo a César?”</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Dai a César o que é de César”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa resposta sutil mostra como <strong>Cristo nunca quis levantar uma revolta contra o império Romano</strong>. Embora seguido por multidões e por seus fiéis apóstolos, não vemos nenhum princípio de revolta, nem antes e nem depois da sua crucificação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É importante destacar também que um líder revolucionário, libertador do Império que dominava sobre os judeus, era exatamente o eles esperavam de seu Messias. Um rei libertador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E não um homem que ordenaria que eles seguissem pagando tributos a César.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro sinal que demonstra isso é a reação dos discípulos após a morte de seu mestre.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eles não pegam em armas e se rebelam contra o império que o crucificou, mas amedrontados se escondem e abandonam o seu mestre em suas últimas horas de vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E por fim, em nenhum registro sobre a vida de Jesus vemos ele se posicionando ou tentando criar um confronto direto contra o Império Romano.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Contra as Leis dos Judeus</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Alguns argumentam que se analisarmos a história de Jesus veremos que ele foi um revolucionário contra o sistema religioso judaico. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Se posicionando contra as leis e contra os seus líderes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De fato, vemos o nazareno confrontando de forma severa os líderes religiosos, mas como citei, Jesus não os confrontava por conta das Leis, mas pela hipocrisia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os Fariseus eram mestres na Lei, um grupo de líderes com muito conhecimento. Porém eram orgulhosos e hipócritas. Julgavam o povo pela menor das transgressões e se consideravam superiores.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Tornavam o seguir a Deus em um fardo pesado</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Jesus, porém, os confrontava pela sua hipocrisia e seu orgulho, e ensinava que Deus valorizava muito mais um pecador que reconhecia suas falhas do que um fariseu que acreditava ser irrepreensível (Lc 18.9-14).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Não vim para revogar, vim para cumprir” (Mt 5:17-20)</p>



<p class="wp-block-paragraph">É assim que o próprio Cristo se posiciona perante a Lei. Jesus não veio para revogá-la, não veio para revolucionar a religião judaica, mas veio para cumprir a Lei.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma vemos que Cristo não era um revolucionário contra o Império e nem contra a religião judaica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quem então foi Jesus? <strong>Ainda nos restam três opções</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mestre da moral, Maluco ou Deus?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Precisaremos analisar essas últimas três possíveis facetas de Jesus simultaneamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As duas mais populares são que Jesus era Deus (para aqueles que seguem uma religião Cristã) ou que ele era um grande mestre da moral (com exceção aos anteriores é assim que Jesus é majoritariamente visto).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém dificilmente veremos uma pessoa acusar Jesus de ser apenas um maluco. O que na verdade se mostra uma teoria extremamente aceitável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E a melhor forma de entendermos quem Jesus foi, e quais dentre as três possibilidades realmente podem revelar quem ele era, é olharmos para o ponto central da sua vida: <strong>a cruz</strong>!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por que Jesus foi crucificado? Por que Jesus incomodava tanto os líderes Judeus?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez você não consiga responder essas perguntas de cara. Mas as respostas para elas são a chave para entender quem ele foi.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Você sabe qual a diferença entre Jesus e Buda, Confúcio ou qualquer outra grande mestre da moral?</p>



<p class="wp-block-paragraph">A resposta para essa pergunta é a mesma das anteriores. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Jesus foi condenado e crucificado, mas para haver condenação, é necessário primeiro haver uma acusação. E qual foi, então, a acusação que o levou a cruz?</p>



<p class="wp-block-paragraph">A resposta é simples: <strong>Jesus afirmou SER Deus</strong>!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Jesus disse de forma clara, em inúmeras situações, que ele era Deus! E os Judeus entendiam isso. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora muitas pessoas que enxergam Jesus como um grande mestre da moral digam que Ele jamais afirmou ser Deus, uma análise nos documentos históricos registrados nas escrituras rapidamente nos provam o contrário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez a afirmação mais forte de Jesus dizendo ser Deus esteja no Evangelho segundo João. O livro por si só foi escrito com o intuito de mostrar a divindade de Cristo, combatendo heresias da época.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O livro começa com João afirmando que Jesus era Deus:</p>



<p class="wp-block-paragraph">“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">E João relata a contundente afirmação de Cristo no capítulo 8 do seu Evangelho. Em uma discussão com alguns judeus Jesus afirma que Abraão vira o seu dia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Imediatamente os Judeus replicam “não tens nem 50 anos e viu Abraão?”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao que Jesus responde: “Antes que Abraão existisse, EU SOU”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O termo é exatamente o mesmo usado por Yaweh ao se revelar a Moisés na sarça ardente (Ex 3.14).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto Jesus afirmou com clareza “Eu sou Deus”. E os Judeus entenderam perfeitamente o que ele quis dizer. <strong>No versículo seguinte João relata que os ouvintes pegaram pedras e queriam apedrejá-lo</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para eles, Jesus estava cometendo uma grave heresia. </p>



<p class="wp-block-paragraph">E era por esse tipo de afirmação que os grandes líderes religiosos queriam ver Jesus morto, crucificado. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Temos muitos outros exemplos onde Cristo afirma ser Deus ou se comporta como um ser divino:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Perdoa pecados. O que só era permitido a Deus. Acusado de blasfêmia. (Mc 2.5)</li>
<li>Se intitula o Cristo, Filho de Deus (Mc 14:60-62)</li>
<li>Diz ser um em essência com o Pai (Jo 8:19, 12:45, 15:23, 5:23)</li>
<li>Foi acusado por quem alegou ser (Mt 27: 42-43)</li>
<li>O escrito na cruz, a sua acusação: “Rei dos Judeus” (Mt 27:37, Mc 15:26)</li>
<li>Afirmações com &#8220;Eu sou&#8221;: Pão da Vida, Caminho, Verdade, Vida, Luz do Mundo, a Porta.</li>
<li>EU SOU (Jo 8:56-58)</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Esses são apenas alguns exemplos de uma lista enorme.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso nos mostra que Jesus não só dizia ser Deus, como acreditava que ele realmente era Deus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa característica o diferencia fortemente de qualquer outro grande mestre da moral que tivemos na história da humanidade. Nem Buda, nem Confúcio, nem Maomé, nem Gandhi… nenhum deles afirmou ser Deus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E deixo uma reflexão: você consideraria um homem que se comporta como Deus, que afirma ser Deus, que sai por aí perdoando os pecados dos outros como um grande sábio? Como um grande mestre da moral?</p>



<p class="wp-block-paragraph">É claro que Jesus fez lindos ensinamentos como “amar os inimigos”, “dar a outra face” etc. Mas, <strong>seriam esses ensinamentos suficientes para ignorarmos que esse grande sábio alegava ser Deus</strong>?</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que você acharia se algum sábio, filósofo, filantropo, empresário de sucesso ou até um amigo chegado seu perambulasse por aí alegando ser Deus ou dizendo que existia antes de um homem que viveu séculos atrás? Você ainda o respeitaria da mesma forma?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Provavelmente não.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E aí vemos que podemos enxergar Jesus de duas maneiras diferentes: <strong>Ou ele foi e é Deus ou ele não passa de um maluco com complexo de grandeza</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um homem que dissesse as coisas que Jesus disse jamais seria um grande mestre, jamais seria considerado um grande sábio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre isso temos o famoso “Argumento do Trilema” de CS Lewis:</p>



<p class="wp-block-paragraph">“<em>Estou tentando impedir que alguém repita a rematada tolice dita por muitos a seu respeito: “Estou disposto a aceitar Jesus como um grande mestre da moral, mas não aceito a sua afirmação de ser Deus.” </em><strong><em>Essa é a única coisa que não devemos dizer</em></strong><em>. Um homem que fosse somente um homem e dissesse as coisas que Jesus disse não seria um grande mestre da moral. Seria um lunático – no mesmo grau de alguém que pretendesse ser um ovo cozido — ou então o diabo em pessoa. Faça a sua escolha. Ou esse homem era, e é, o Filho de Deus, ou não passa de um louco ou coisa pior. Você pode querer calá-lo por ser um louco, pode cuspir nele e matá-lo como a um demônio; ou pode prosternar-se a seus pés e chamá-lo de Senhor e Deus. Mas que ninguém venha, com paternal condescendência, dizer que ele não passava de um grande mestre humano. Ele não nos deixou essa opção, e não quis deixá-la</em>.&#8221;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Trecho do livro <a href="https://www.amazon.com.br/Cristianismo-Puro-Simples-C-S-Lewis/dp/8578601777" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">Cristianismo Puro e Simples</a></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Por mais difícil que pode ser aceitar essa afirmação, temos que admitir que Lewis estava certo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tudo bem, entendemos então por que não devemos chamar Jesus de um grande mestre da moral. Isso revelaria um desconhecimento sobre as afirmações que ele fazia e sobre o seu comportamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Podemos considerá-lo como um mentiroso ou um lunático. Mas por que um maluco que afirma ser Deus influenciou tanto o mundo? Por que até hoje falamos, lemos e somos influenciados por Ele?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sabemos de fato que podemos crer que Jesus era louco, mas&#8230;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Podemos crer que Jesus realmente era/é Deus?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Como analisamos até o momento, podemos saber que Jesus existiu e que ele pode ter sido um louco ou ele pode ser o que afirmava ser, Deus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A segunda afirmação é um pouco complicada de digerir. É fácil entender porque ele pode ser considerado um louco. Mas podemos defender a alegação de Cristo em ser Deus?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando analisamos os documentos históricos registrados com a biografia de Jesus, vemos que ele fez grandes sinais e maravilhas, além de trazer grandes ensinamentos, mas seria isso suficiente para crermos que ele era Deus?</p>



<p class="wp-block-paragraph">De fato Jesus pode ter existido, ter sido um louco e, depois, os seus discípulos divulgaram as suas histórias e construíram uma religião tornando Jesus em um grande mito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como veremos, isso é pouco provável. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Existe um elemento na história de Jesus que o diferencia de qualquer outro homem que já existiu. Foi esse o motivo que fez com que todos os seus seguidores pregassem o seu nome fervorosamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E é esse motivo que faz com que o seu nome seja pregado até hoje e influencie a vida de tantas pessoas: <strong>a Ressurreição</strong>!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando o Cristianismo surge, ele é baseado na alegação que Jesus Cristo vive! Ele ressuscitou dos mortos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Sem esse fato, a alegação de Jesus ser Deus deveria ser imediatamente descartada. <strong>Ou Jesus era um maluco, ou, de fato, ele venceu a morte</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se Jesus realmente ressuscitou, então realmente teremos duas opções críveis em relação a esse homem. Então é impossível não respondermos a pergunta: <strong>posso crer que Jesus ressuscitou</strong>?</p>



<p class="wp-block-paragraph">A história nos mostra que sim!</p>



<h3 class="wp-block-heading">Os Apóstolos</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A morte de Jesus foi sem dúvidas um balde de água fria para os seus apóstolos se esconderam. Eles temiam por suas vidas e não conseguiam compreender como o Messias prometido havia padecido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Poucos dias depois, repentinamente, os seguidores de Cristo passam a pregar fervorosamente que Jesus Cristo estava vivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E não só isso, <strong>pessoas que não seguiram a Jesus em vida</strong>, como o seu irmão Tiago, a quem Jesus aparece (1CO 15:7), começam a proclamar que ele verdadeiramente era o Cristo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É de se estranhar que esses 11 homens amedrontados e frustrados repentinamente resolveriam pregar que Jesus havia ressuscitado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda mais em um contexto absolutamente contrário para o surgimento de uma nova religião.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pregando para Judeus devotos e que haviam crucificado a Cristo por suas alegações, e dentro do império Romano, onde a figura do Imperador era o único a ser chamado de Senhor — título que os seguidores de Jesus usavam para se referir ao seu mestre.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso é difícil imaginar como um grupo, cujo os líderes mais prolíficos eram pescadores incultos e iletrados (At 4:13), conseguiriam criar uma religião em que o seu mestre acabara de ser crucificado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso mostra como a veracidade do discurso dos apóstolos precisa ser levada em conta. Ninguém levaria uma religião a sério com o Messias que se dizia Deus, morto.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Você morreria por uma mentira?</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Outro estranho fato histórico que reforça a possibilidade da ressurreição de Jesus é a forma como os seus apóstolos morreram.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dos 11 restantes (após o suicídio de Judas), apenas João morreu de forma natural. Todos os outros morreram como mártires em nome de Jesus. Grande parte como mortes terríveis e depois de sofrerem fortes torturas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O próprio João, apesar de não ter sido martirizado, passou grande parte da sua vida em prisões sofrendo torturas e sendo perseguido.</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Pedro foi crucificado (a tradição acredita que de cabeça para baixo)</li>
<li>André foi crucificado</li>
<li>Tiago foi morto à espada</li>
<li>Filipe foi crucificado</li>
<li>Bartolomeu foi crucificado</li>
<li>Tomé foi morto por uma lança</li>
<li>Mateus foi morto à espada</li>
<li>Tiago (Pequeno) foi crucificado</li>
<li>Tadeu foi morto a flechadas</li>
<li>Simão Zelote foi crucificado</li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">Jesus acreditava ser Deus, sendo isso loucura ou um fato, é de se esperar que ele realmente morresse por isso. E isso acontece em muitas religiões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas existe algo peculiar na morte desses homens. Eles foram testemunhas oculares, eles caminharam com Jesus, <strong>eles sabiam muito bem quem Jesus era</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para eles morrerem por Cristo, eles precisavam estar muito convictos de que ele era quem ele alegava ser.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se o objetivo deles era criar uma religião ou disseminar uma mentira, é difícil imaginar como nenhum deles sequer, debaixo de torturas e de mortes tão cruéis como uma crucificação, não esmoreceriam e admitiriam estar mentindo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E o mais estranho, <strong>de onde surgiu a coragem desses homens</strong>? Aqueles mesmos discípulos haviam abandonado Jesus em suas horas finais. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Se eles não estavam dispostos a morrer por Jesus enquanto ele estava vivo, por que estariam dispostos a morrer por Jesus quando ele estava morto</strong>?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa é uma reflexão que precisamos fazer quando questionamos a possibilidade de Jesus ter ressuscitado ou não.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Existem algumas outras evidências importantes de analisarmos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Saulo de Tarso</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O apóstolo Paulo, responsável por escrever grande parte dos documentos neotestamentários possui uma história que não pode ser ignorada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Primeiro porque ele era o mais devoto dentre os judeus e perseguia os seguidores de Jesus acusando-os de heresia. E fazia isso por seu zelo ao judaísmo. E esse homem se tornou o mais fervoroso e prolífico pregador do Evangelho de Jesus Cristo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo porque o próprio Paulo narra ter tido um encontro com Jesus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Seria estranho imaginar um fariseu (mestre da lei da judaica) devoto, instruído, culto e cheio de conhecimento, tenha sido convencido por pescadores incultos que Jesus havia ressuscitado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E esse homem que sonhava em acabar com o cristianismo, foi aquele quem mais contribuiu para que a expansão da religião recém surgida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não temos dúvida nenhuma do que fez Paulo mudar. Afinal, o próprio Paulo narra em suas cartas. Ele alega ter encontrado o Jesus ressurreto. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Paulo pode ter enlouquecido ou ter sofrido uma ilusão. Mas é difícil entender como o homem que “sobressaia a todos da sua idade”, era um dos líderes judaicos mais respeitados, era reconhecido e próspero, abriria mão de tudo para viver foragido e perseguido, sendo preso, apedrejado, torturado e, por fim, morto, <strong>em nome daquilo que um dia queria destruir</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Precisamos refletir também sobre esse homem. Ou Paulo, de fato, enlouqueceu, ou teve um encontro com Jesus e foi transformado no exato oposto daquilo que era.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O túmulo vazio</h3>



<p class="wp-block-paragraph">É impossível falarmos sobre a ressurreição de Jesus sem mencionarmos o túmulo vazio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais de 2 mil anos após o evento que mudou a humanidade, ainda não conseguem explicar o desaparecimento do corpo de Jesus. O túmulo vazio é um fato. O corpo nunca encontrado, também.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Existem muitas teorias que tentam explicar o desaparecimento do corpo de Jesus:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A teoria que as mulheres foram ao túmulo errado</li>
<li>A teoria da alucinação coletiva </li>
<li>Teoria do corpo roubado pelos discípulos</li>
<li>Teoria do corpo removido</li>
<li>Teoria do desmaio</li>
<li>Entre outras</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Nenhuma dessas teorias, porém, recebe credibilidade suficiente para explicar o desaparecimento do corpo de Jesus. </p>



<p class="wp-block-paragraph">E de fato, a simple aparição do corpo teria derrubado toda a pregação dos seus seguidores. Ainda assim, ninguém conseguiu explicar o fato.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Evidências internas</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Expliquei o que são evidências internas quando falamos sobre a veracidade dos escritos do novo testamento, e aqui, novamente, podemos observar essas evidências.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos Evangelhos os autores narram o encontro de Cristo ressurreto com diversas pessoas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Maria e Maria Madalena</li>
<li>Pedro e os demais apóstolos na segunda pesca maravilhosa</li>
<li>Os discípulos na estrada para Emaús</li>
<li>Jesus come com seus apóstolos</li>
<li>Entre outras aparições.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Todas elas poderiam ser investigadas e refutadas</strong> e os apóstolos mencionaram essas histórias como fatos em seus relatos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mais incrível evidência interna, pelo menos para mim, está na primeira carta de Paulo à Igreja de Corinto, onde Paulo diz que Jesus apareceu para Pedro, aos 12 e “depois <strong>foi visto por mais de quinhentos irmãos</strong> de uma só vez, dos quais a maioria sobrevive até hoje”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Paulo alega em um documento que circulava livremente dentre as igrejas que Jesus ressurreto havia sido visto por mais de quinhentos irmãos de uma só vez. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Ou Paulo estava muito convicto do fato e conhecia essas testemunhas, ou ele arriscou a credibilidade de todos os seus escritos fazendo uma afirmação que poderia ser facilmente refutada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A primeiro opção me parece, de fato, mais provável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas são algumas evidências históricas que podemos observar que existe sim uma probabilidade real de Jesus Cristo ter ressuscitado e de fato ser quem ele alegava ser.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conclusão: o que tudo isso implica?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Após analisarmos documentos e fatos históricos podemos concluir que de todas as afirmações a respeito de Jesus, podemos realmente acreditar em apenas duas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ou Jesus Cristo era um maluco megalomaníaco ou Jesus era e é Deus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Precisamos fazer a nossa escolha. Se de fato cremos que ele era um louco, nada muda. A vida continua igual, mas pelo menos podemos admirar como a loucura desse homem impactou o mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas se cremos que Jesus era Deus, isso implica em muita coisa. Implica em dizer que seus ensinamentos estavam corretos, que ele ressuscitou e que ele é o Caminho, a Verdade e a Vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um Deus que se fez carne e morreu pelos pecados daqueles 11 homens, pelos meus e pelos de todo aquele a quem nele crer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como diz Tim Keller, famoso pastor americano: “Todas as religiões dizem ‘venha, eu vou lhes mostrar como encontrar Deus’. Jesus disse ‘eu sou Deus e vim para encontrar você’”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O meu conselho final? Seja encontrado. Se Jesus realmente é Deus, não é possível que você não vai querer conhecê-lo e se <a href="https://crerepensar.com.br/como-ter-intimidade-com-deus/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="relacionar intimamente com Ele (opens in a new tab)">relacionar intimamente com Ele</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">* <em>Todos os temas desse texto foram tratados de forma resumida e simplória para conseguirmos ter um panorama geral de quem foi Jesus</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para aprofundar mais nos assuntos tratados recomendo os seguintes livros:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://www.saraiva.com.br/mais-que-um-carpinteiro-a-historia-deste-livro-pode-mudar-a-sua-historia-4064207/p" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Mais que um Carpinteiro (abre numa nova aba)">Mais que um Carpinteiro</a> — Josh McDowell</li>
<li><a href="https://www.saraiva.com.br/em-defesa-de-cristo-20002300/p" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Em Defesa de Cristo (abre numa nova aba)">Em Defesa de Cristo</a> — Lee Strobell</li>
<li><a href="https://www.saraiva.com.br/fe-na-era-do-ceticismo-a-como-a-razao-explica-de-s591m700509335/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">Fé na Era do Ceticismo</a> — Tim Keller</li>
<li><a href="https://www.saraiva.com.br/cristianismo-puro-e-simples-9740002/p" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Cristianismo Puro e Simples (abre numa nova aba)">Cristianismo Puro e Simples</a> — CS Lewis</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Caso tenha outras indicações, deixe nos comentários!</p>



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